Vinícius de Moraes
(Rio de Janeiro, 19 de outubro de 1913 — Rio de Janeiro, 9 de julho de 1980). Poeta essencialmente lírico, o poetinha (como ficou conhecido) notabilizou-se pelos seus sonetos.
No fim dos anos 1920, Vinicius de Moraes produziu letras para dez canções gravadas - nove delas parcerias com os Irmãos Tapajós. Seu primeiro registro como letrista veio em 1928, quando compôs (com Haroldo) "Loira ou Morena", gravado em 1932 pela dupla de irmãos. Do encontro entre Vinícius e Tom nasceria uma das mais fecundas parcerias da música brasileira, que a marcaria definitivamente.
Servindo ao Itamaraty em Montevidéu desde 1957, Vinicius de Moraes deixaria a embaixada brasileira no Uruguai somente em 1960. Suas canções continuaram sendo gravadas por muitos artistas no início dos anos 1960. Em 1970, Vinicius se apresentou na a casa de espetáculo carioca Canecão, com o parceiro Tom Jobim, o violonista Toquinho e a cantora Miúcha.
Mesmo após a morte, a obra musical de Vinicius manteve-se prestigiada na música brasileira. Foram lançados os álbuns "Toquinho, Vinicius e Maria Creuza - O Grande Encontro" e "A História dos Shows Inesquecíveis - Poeta, Moça e Violão: Vinicius, Clara e Toquinho" (1991). Em 1993, Almir Chediak editou os três volumes do "Songbook Vinicius de Moraes".
Fonte: Wikipédia, Vinicius de Moraes


Midi Voice - Vinícius de Moraes
A Tonga da Mironga do Kabulete
Apêlo
As Cores de Abril
Berimbau
Bocochê
Canto de Iemanjá
Canto de Ossanha
Chega de Saudade
Conjugação da Ausente
Cotidiano N2 (Como Dizia o Poeta Chico)
Deixa
Escravo da Alegria
Eu Sei Qu eVou Te Amar
Garota de Ipanema
Insensatez
Labareda
Marcha da Quarta-Feira de Cinzas
Maria Vai Com as Outras
Meu Pai Oxalá
O Astronauta
Pra Que Chorar - Consolação
Para Viver Um Grande Amor
Pela Luz dos Olhos Teus
Regra Três
Samba da Benção
Samba em Preludio
Se Ela Quisesse
Sei Lá, a Vida Tem Sempre Razão
Separação - As Razes do Coração
Tarde Em Itapoã
Tempo de Amor
Testamento
Tristeza e Solidão